Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Até então, ele pagava apenas uma taxa mínima de consumo, que não chegava a R$ 10 por mês. “Isso deve ser uma brincadeira de mau gosto. Não dá para acreditar em uma coisa dessas”, disse.
Em janeiro, o idoso teve outra casa destruída pela queda de um avião monomotor. Ele e a mulher, a aposentada Cornelita Meireles, de 70 anos, moravam no imóvel, mas não estavam na residência no momento do acidente.
Oito meses após ter a casa danificada, ele foi surpreendido com o valor da conta de água do outro imóvel que possui. No documento consta que o consumo foi de quase 10 mil metros cúbicos de água. Esta quantidade dá para encher quase quatro piscinas olímpicas. O aposentado garante que não gastou tanto. “Aqui está fechada a casa, não gasta água nenhuma”, alegou.
Também chama a atenção do idoso o fato de a casa estar sem hidrômetro. Como o imóvel estava trancado, ele pediu para que o aparelho fosse retirado. Porém, segundo a Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago), a medição da conta foi feita antes da retirada do hidrômetro.
Gerente da Saneago, Hélio Leão disse que houve realmente um erro na hora da emitir a fatura. Na realidade, o valor deveria ser de R$ 9, correspondente à tarifa mínima.
“Essa conta já foi refaturada no mesmo dia que foi entregue para ele no endereço dele. Foi uma falha humana, podemos colocar dessa forma”, explicou Hélio.
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