Na música, ele se apresenta em bares da Grande Vitória e usa o codinome 'Tubarão'. Já com as tintas, ele disse que começou a tatuar depois de 10 anos pintando quadros. "Quando entrei na PM em 2011 descobri que o Rafinha já era músico há 18 anos, dava aula de violão e guitarra. A minha voz combinava com a dele, aí resolvemos formar a dupla. Como tatuador, trabalho na casa dos clientes mas também atendo em alguns estúdios de tatuagem na Grande Vitória", diz Roni.
Sobre o preconceito por ser polícia tatuado, Roni comenta que tem o respeito dos colegas. "O policial militar não pode ter tatuagens que fiquem à mostra na farda nem que denigram a imagem da PM, mas entre os colegas tenho muito respeito, não tem mais essa de preconceito não", esclareceu.
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Quando o assunto é a dividisão da vida entre as três carreiras completamente diferentes, Roni garante que tira o desafio de letra. "Eu gosto muito do que eu faço, então pra mim não é esforço. Mas não sou PM-cantor-tatuador, eu sou PM quando estou em serviço, cantor nos palcos e tatuador no estúdio, separo muito as coisas", reitera.
Perguntado se escolheria apenas uma das carreiras para seguir, a corporação fala mais alto. "A carreira de músico é muito arriscada. Estudei para entrar na PM e sei que é uma opção mais segura", afirmou.


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