O líder do PSB ainda criticou o ex-presidente Lula, afirmando que no exterior é natural que ex-presidentes sejam investigados
No auge da crise, o PSB, partido que já havia deixado a base governista há dois anos, mas que se classificava como "independente", anunciou que irá oficialmente para a oposição, pois não acredita mais na recuperação do governo do PT.
De acordo com o presidente do partido, Carlos Siqueira, a crise econômica e política fez com que a legenda tomasse uma posição majoritária de que não há mais como dar suporte à Dilma Rousseff.
"A posição majoritária hoje é que o ideal, e nem sempre o ideal acontece, é que devemos apoiar a investida que ocorre no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela realização de novas eleições", afirmou. Segundo ele, os elementos existentes hoje mostram que Dilma se elegeu numa disputa "viciada".
Segundo informações da Folha de S.Paulo, o líder do PSB ainda criticou o ex-presidente Lula, afirmando que no exterior é natural que ex-presidentes sejam investigados.
"Eu não lamento nada. Sou um democrata. E as 'vacas sagradas' da política são muito perigosas para a democracia", disse. "A investigação é algo absolutamente natural. Não vamos vitimizar nem pré-julgar ninguém. Quem absolve ou condena é a Justiça", concluiu.
"A posição majoritária hoje é que o ideal, e nem sempre o ideal acontece, é que devemos apoiar a investida que ocorre no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pela realização de novas eleições", afirmou. Segundo ele, os elementos existentes hoje mostram que Dilma se elegeu numa disputa "viciada".
Segundo informações da Folha de S.Paulo, o líder do PSB ainda criticou o ex-presidente Lula, afirmando que no exterior é natural que ex-presidentes sejam investigados.
"Eu não lamento nada. Sou um democrata. E as 'vacas sagradas' da política são muito perigosas para a democracia", disse. "A investigação é algo absolutamente natural. Não vamos vitimizar nem pré-julgar ninguém. Quem absolve ou condena é a Justiça", concluiu.
0 Comentários